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sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Câmera flagra médico matando pombo com espingarda no Centro de S. Bernardo; veja o vídeo

O médico Cidney Knupp Neves, pneumologista que atua na clínica MedSaúde, na Rua Caraíbas, região central de São Bernardo do Campo, foi flagrado na última terça-feira (19) atirando em pombos que estavam nos telhados das casas vizinhas. Uma câmera de segurança registrou o exato momento em que, munido de uma espingarda, Neves apontou a arma e abateu uma das aves. As imagens não deixam claro qual o modelo do equipamento que pode ser do tipo “carabina de pressão”, comumente utilizado na prática esportiva de tiro.





A gravação, publicada nas redes sociais, causou indignação entre internautas que pedem providências da polícia. Muitos criticam a utilização de uma arma, dessa forma, em plena luz do dia e “sem controle”. Em contrapartida, há comentários em defesa da atitude do atirador, alegando que pombos devem ser tratados como “pragas urbanas”.

Uma vizinha afirmou por meio do Facebook que pretende denunciar o médico após sofrer ameaças. “Quando fui afrontá-lo, ele ainda fez gestos obscenos, me ameaçou e disse que os próximos alvos dele seriam os meus gatos e eu!”, declarou por meio do Facebook.

A reportagem tentou contato com o médico e com a clínica, mas não obteve sucesso até o momento. Temendo represálias, outros vizinhos contatados pelo SãoBernardo.INFO também preferiram o silêncio. Mais informações em breve.

fonte: http://saobernardoinfo

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O que será 2018 para a saúde?



 Epidemiologicamente falando, o ano de 2017 não foi tão terrível quanto o de 2015, quando foram confirmados os primeiros caso de zika (e de microcefalia causada pelo vírus) no país —neste ano, a incidência de novos casos foi baixa. 

Mas o ano que termina está longe de ser insosso quando o assunto são arboviroses, doenças causadas por vírus e transmitidas por artrópodes, como mosquitos. 

A febre amarela deu as caras como não se via havia décadas. São 777 casos de dezembro de 2016 a julho deste ano, superando o total aferido desde 1980, início oficial das estatísticas. 

A saúde em 2018

A população que mora no entorno de São Paulo viu parques entrando em quarentena e foi chamada para se vacinar contra a febre amarela, antes necessária apenas para quem viajasse a alguns Estados 

Felizmente, a doença não chegou às cidades. O cenário seria devastador, levando em conta o ilustre residente Aedes aegypti, responsável pela transmissão da febre amarela em centros urbanos. 

Em São Paulo, o sinal amarelo acendeu após a morte de primatas, vitimados pelo vírus em parques. A população vizinha viu os locais entrando em quarentena e foi chamada para ser vacinada. A meta era formar uma espécie de "cordão de isolamento imunológico", medida vista com reservas por especialistas. 

Apesar de não haver registros de febre amarela urbana, o perigo existe, diz o médico Antonio Bandeira, da Sociedade Brasileira de Infectologia. "O que preocupa não é nem tanto a quantidade de casos, mas a ocorrência nas imediações dessas áreas." 

Há o alerta do especialista, mas ainda é incerto como se mexerão as peças tabuleiro das arboviroses em 2018. 

Os elementos que determinarão se o próximo ano será bom ou ruim são dois. 

O primeiro é a susceptibilidade da população: se uma grande parte já foi infectada por algum vírus, a reentrada desse patógeno é dificultada. Se aquelas pessoas ainda são imunologicamente "virgens", o vírus pode, sim, deitar e rolar. 

Mas isso também depende dos fatores climáticos e ecológicos. Mesmo que uma população esteja propensa à infecção, se os vírus não tiverem um "meio de transporte", tudo se passa como se nada se passasse. Ou seja, sem uma condição climática que permita a proliferação de mosquitos não há como zika, chikungunya, dengue e febre amarela estragarem 2018. 

Não é sempre que podemos contar com a sorte, porém. 

Fonte: Jornal Folha de SP

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

CASA BRANCA em Washington infestada de pragas ???



A Casa Branca, residência do presidente dos EUA e sede do executivo no país, está sofrendo com infestação de ratos e baratas, informou a emissora NBC, citando documentos da Administração de Serviços Gerais.

Segundo a NBC Washington, durante os últimos dois anos os funcionários da GSA – Administração de Serviços Gerais, agência independente do governo criada para controlar o funcionamento básico de todas as instituições federais norte-americanas, receberem diversas reclamações sobre ratos na Casa Branca, a residência oficial do presidente.

Além disso, pelo menos quatro notificações oficias sobre baratas foram emitidas pelos funcionários da presidência, bem como um alerta sobre formigas. Além do combate a pragas e insectos, em 2017 os funcionários do governo norte-americano pediram a substituição de diversos móveis e uma reforma do sistema central de isolamento.

A maioria das solicitações e reclamações foi feita após a posse de Donald Trump, que aconteceu a dia 20 de janeiro deste ano.

Este não é o primeiro caso, este ano, de problemas com ratos em edifícios governamentais famosos. Em agosto, o Parlamento do Reino Unido teve de aumentar o orçamento para combater os ratos que passeiam pelo Palácio de Westminster, depois de ter determinado que os deputados não podiam trazer os seus gatos para tratar do problema.

Mas esta não foi sequer a primeira vez que os ratos invadiram as Câmaras britânicas dos Comuns e dos Lordes – e o facto de os roedores terem aparecido foi, antes de mais, o que levou originalmente os parlamentares a decidirem por contra própria levar os próprios gatos para dar conta de tão dura missão.

Fonte:: ZAP/ Sputnik News

Mairiporã registra 22 mortes de macacos por febre amarela



A Prefeitura de Mairiporã, na Grande São Paulo, informou que 22 macacos encontrados mortos no município estavam infectados com o vírus da febre amarela. Entre agosto e novembro, houve o registro de 90 mortes de primatas e 50 casos ainda estão em análise no Instituto Adolfo Lutz.

O município não tem registros de casos suspeitos em humanos, segundo a gestão municipal. Dos 90 macacos, sete não puderam ser analisados porque estavam em avançado estado de decomposição e nove tiveram resultados negativos.

A prefeitura do município disse que os registros do ano de 2017 tiveram início no mês de agosto, quando também começou a campanha de imunização da população. Até o momento, 70 mil pessoas foram vacinadas, o que corresponde a 75% da população, de acordo com a gestão.

Na capital, onde um macaco foi encontrado morto no Horto Florestal (zona norte) em outubro, há quatro casos confirmados de infecção em macacos. O Horto Florestal e o Parque Estadual da Cantareira, além de 13 parques municipais estão fechados. Na zona leste, o Parque Ecológico do Tietê também foi fechado.

A médica Adriana Homem é moradora de um condomínio perto da Serra da Cantareira e conta que encontrou dois macacos da espécie bugio, um morto e outro doente, em seu quintal na quarta-feira, 29. "Desde domingo, foram 13 macacos mortos só no (condomínio) Sausalito. Isso não existia. A gente nunca tinha presenciado mortes ou visto macacos mortos. É um descaso", reclamou.

Adriana diz que ainda tentou socorrer um dos animais, mas ele não resistiu. "O que sangrava ainda estava vivo, meu filho foi fazendo massagem cardíaca no macaco, tentamos salvar." Ela afirma que tem ocorrido demora para o recolhimento dos animais.

Em nota, a prefeitura de Mairiporã informou que "todos os primatas mortos estão sendo recolhidos - seja de qualquer localidade, incluindo condomínios - e as vísceras são encaminhadas à análise do Instituto Adolfo Lutz, conforme protocolo da Secretaria de Estado da Saúde. Se eventualmente há demora para retirada de animais mortos, isso ocorre em razão da grande demanda".

Fonte: Estadão

Casal chinês é flagrado com 200 baratas vivas em mala de mão no aeroporto Marido afirmou que insetos seriam usados em "pomada" para pele de sua mulher; insetos foram confiscados e seu destino não é conhecido.



Agentes da alfândega em um aeroporto da China tiveram uma surpresa desagradável ao abrir a mala de mão de um casal e descobrir cerca de 200 baratas vivas.

O caso aconteceu no último dia 25 de novembro no aeroporto internacional de Baiyun, em Cantão, no sudeste do país, segundo o jornal chinês Beijing Youth Daily .

Os funcionários perceberam um movimento estranho na bagagem de um casal de idosos enquanto o objeto era colocado no raio X.

"Havia um sacola de plástico branca com vários itens pretos se movendo dentro dela", disse a funcionária Xu Yuyu ao site de notícias chinês Kankan News .

"Uma das funcionárias abriu a mala e uma barata pulou para fora. Ela quase caiu no choro", acrescentou.

Quando questionado sobre por que estavam transportando baratas, o marido afirmou que os insetos seriam usadas em uma "pomada" para a pele de sua mulher.

Ele não explicou qual era o problema de saúde dela.

Mas, segundo Xu, "se trata de um remédio popular antigo. Você mistura as baratas em algum creme medicinal e coloca sobre a pele", teria dito o homem aos agentes.

De acordo com as regras de transporte aéreo na China, não é permitido levar seres vivos na bagagem de mão.

O casal decidiu, então, deixar as baratas com os funcionários da alfândega. O destino delas não é conhecido.

Essa não é a primeira vez que algo do tipo acontece na China.

Em agosto, um homem foi flagrado tentando transportar os dois braços amputados de seu irmão em uma mala após passar pelo raio X de uma rodoviária na província de Guizhou, no sul do país.

À polícia, ele alegou que estava carregando os membros para enterrá-los quando seu irmão morrer. Segundo uma tradição de seu vilarejo, explicou, o morto tem de ser enterrado com todas as partes de seu corpo.

Ele acrescentou que os braços foram amputados quando seu irmão sofreu um choque elétrico.

Segundo as regras de transporte viário na China, os passageiros podem carregar partes do corpo humano se possuírem um atestado médico, além de autorizações da polícia e do Ministério da Saúde.

Fonte: BBC

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Proteção contra febre amarela em Minas é insuficiente


SAÚDE E BEM-ESTAR

Vacina contra a doença deve ser aplicada em 95% da população para evitar surtos 

Prestes a entrar no período com maior probabilidade de ocorrência da febre amarela, 75% das cidades de Minas Gerais ainda não atingiram a meta de vacinar 95% de seus habitantes. Essa taxa de imunização é a suficiente para evitar surtos da doença. A enfermidade, em sua forma silvestre, teve o seu pior surto no país desde 1980, segundo o Ministério da Saúde. Foram mais 261 pessoas mortas em decorrência da virose e mais de 770 infectadas desde dezembro do ano passado. Somente no estado foram 162 casos fatais, o que corresponde a 62% dos óbitos.

O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) nesta quinta-feira mostra que dos 853 municípios mineiros, 639 ainda não conseguiram chegar à meta de 95% de imunização dos moradores. As regionais de Varginha e Pouso Alegre, ambas no Sul do Estado, são as que mais somam cidades que ainda não chegaram ao objetivo: 48 e 51, respectivamente.

Nesse aspecto destacam-se ainda a Regional de Divinópolis, na Região Centro-Oeste, com 38 municípios que não atingiram a meta, e Montes Claros, na Região Norte, com 37 cidades. A Regional Belo Horizonte também tem número alto de integrantes que não atingiram o objetivo– 32 no total.

Diante do cenário, a SES/MG recomendou que os municípios que ainda não atingiram a meta façam o monitoramento rápido de coberturas vacinais, ampliem o horário de funcionamento das salas de vacina, providenciem a imunização em domicílios, escolas, universidades e locais de trabalho, promovam busca ativa de não vacinados e envolvam a atenção primária nas ações, inclusive com a participação de agentes de saúde.

Desde abril o país adota o esquema vacinal de uma única dose durante toda a vida, seguindo orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina tem eficácia de 95% a 99%, mas é contraindicada para menores de 6 meses, pessoas com baixa atividade do sistema imunológico e com reação alérgica grave a ovo.

INFECTADOS Minas Gerais não registra um novo caso da doença desde junho deste ano. Segundo a SES, o último paciente que contraiu febre amarela no estado começou a sentir os sintomas em 9 de junho. Desde dezembro de 2016 foram registrados 475 casos da doença, com 162 mortes.

Mesmo assim, o vírus continua circulando no estado. Prova disso são as mortes de primatas pela doença. Desde julho foram registrados casos de óbitos de macacos em 97 municípios mineiros. Desse total, oito foram confirmados com a enfermidade. Ainda estão sendo investigadas ocorrências em 18 cidades. Em outras 30 a causa da morte ainda é indeterminada, pois não houve a coleta de material genético. Em 43 casos foi descartada a morte por febre amarela.

Fonte: Estado de Minas

Vacinação contra a febre amarela movimenta Suzano Suzano faz Dia D da febre amarela



Muita gente aproveitou o sábado (25), para se vacinar contra a febre amarela. Postos fixos e volantes trabalharam em vários municípios do Alto Tietê.

No carro, toda a estrutura para aplicação das doses. O posto volante de vacinação da Prefeitura de Suzano chamou bastante atenção. “Estava passando de ônibus e aí vi o pessoal de branco e vim ver o que era. Aproveitei e me vacinei”, contou a assiste social Justina Efigênia Queiroz Santos.

O dia também foi de informação sobre o público-alvo da campanha. “Em idosos acima de 60 anos o risco de reação da vacina é grande. Como não está tendo doença nos humanos não convém tomar. Se surgir casos aí vale a pena tomar sim”, explicou o enfermeiro Willian Rodrigues Porto. Suzano recebeu 50 mil doses da vacina.

Essa semana Guararema foi incluída na área de monitoramento. A campanha na cidade já começou. Por enquanto, apenas os moradores da área rural estão sendo vacinados. As doses são aplicadas de casa em casa.


Fonte G1