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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O IMPACTO DAS PRAGAS URBANAS DO EXTERIOR NO INTERIOR


O IMPACTO DAS PRAGAS URBANAS DO EXTERIOR NO INTERIOR
Estar no campo em atividade é sempre revigorante e só faz reforçar os conceitos que muitas vezes parecem só conceitos formais, mas na realidade são baseados em muita observação feita nessas ultimas décadas. Foi justo o que aconteceu essa semana durante o atendimento a um cliente que se queixava de insetos alados (moscas de várias espécies) em sua área produtiva.
Esses animais que vivem gravitando ao redor das estruturas de concreto aprenderam depois de milhões de ano de evolução que o homem não come alimento estragado, pois as bactérias que aderem e se nutrem desse alimento em decomposição afetam o organismo humano. Já os insetos, por exemplo, tem outro sistema bem diferente e a presença de microrganismos não afeta em nada o seu interesse nos alimentos. Pelo contrário, alguns animais como as moscas, por exemplo, buscam resíduos em decomposição e com certo grau de umidade para depositar os seus ovos. As larvas que saem deles terão alimento farto e quanto mais abundante forem as colônias de microrganismos patogênicos tanto melhor para o desenvolvimento das larvas.
Se pensarmos somente em moscas, que se apresentam em muitas espécies e tamanhos, já estamos lidando com um problema de grandes percepções.
Vamos imaginar uma situação em que um medicamento, alimento ou até uma bolsa e soro de uso hospitalar aparecem com um inseto, por pequeno que seja, no seu interior, lacrado e pronto para o consumo. Se essa bolsa, ou alimento, ou medicamento não for segregado a tempo, se cair nas mãos de um consumidor pode gerar várias consequências graves, inclusive de causar um risco médico importante para o paciente indefeso que receber uma alimentação endovenosa.
Agora, vamos imaginar o fato e pensar como o inseto entrou naquele ambiente para ter acesso a uma área produtiva tão delicada. Ele pode ter entrado pelo forro, pode ter entrado por uma janela sem tela ou semi aberta, pode ter entrado via mercadoria estocada em algum local infestado, as opções são tantas que fica difícil imaginar qual a mais provável. Cada caso é um caso e merece um rastreamento de detetive.
Voltando à mosca, sabemos que os insetos não têm muito a pensar a não ser deixar sua descendência na natureza. Nas cidades a natureza é estranha, tem arvores de concreto, frestas mil, muitas luzes, muitos espaços, muito calor, muitos cheiros. Para um inseto, é muita coisa. Inseto sente frio e gosta de temperaturas não muito quentes nem muito frias, ou seja, o seu ambiente de casa ou de trabalho, e principalmente num ambiente tipo uma sala limpa, onde as temperaturas são mantidas em cerca de 19 graus Centigrados. O mesmo pode acontecer em ambientes onde se manipula chocolate, por exemplo. A questão principal é como evitar que um fato desses ocorra e qual pode ter sido a motivação para o inseto entrar?
Se a área permanece fechada e lacrada o tempo todo essa entrada fica difícil, mas existem aqueles momentos em que a fabrica para a sua manutenção anual, o que acontece geralmente nas Festas ou logo após. Nesse momento, as portas são abertas, pessoas da manutenção entram na sala com equipamentos e as defesas caem, e a temperatura equivale ao ambiente exterior só que mais amena, pois lá fora o calor é grande. Está feita a equação. Os insetos são atraídos por luzes e temperaturas confortáveis e instalam-se no ambiente interno dentro de luminárias, tomadas de energia, pequena cavidades despercebidas. Quando a produção é restaurada e as baixas temperaturas são estabelecidas os insetos começam a circular, pois buscam água e alimento e aí começa o problema. Eles parecem saídos do nada, mas são uma consequência.
Nesse caso fui pesquisar as áreas externas que exportaram os insetos para o interior da produção e o que me chamou mais a atenção foi o lixo: lixo orgânico e o lixo reciclável. O que fazer com ele? A questão hoje merece maior destaque com a aprovação, após 18 anos de espera, da Politica Nacional de Resíduos, antes tarde do que nunca. O lixo é uma questão de primeira instância no ponto de vista ambiental, mas é também crucial numa empresa, não importa o tamanho. A maneira como cuidamos desse lixo orgânico tem um impacto direto nas pragas urbanas do ponto de vista de atratividade e permanência.
E foi aí que as teorias encontraram respaldo, no lixo com acondicionamento precário, em um piso áspero e retentor de partículas de resíduos, sem uma rotina adequada de higienização. Tudo começou aí, por incrível que pareça.
Essa temática é bastante comum em visitas técnicas e o lixo é sempre tratado como lixo do ponto de vista negativo. Lixo precisa ser manipulado com cuidado, separado, identificado e protegido. Deve estar localizado em local que não bata muito sol, coberto de preferencia e os latões que o acondicionam devem estar em um piso liso, inclinado, de fácil limpeza, o que é um investimento bem baixo para qualquer empresa. Os latões precisam ser higienizados com água sanitária diariamente e o piso também. Como complemento adicional a empresa de controle de pragas pode instalar um recurso que contenha iscas para moscas para reduzir ainda mais a presença dos insetos.
Se essas providências forem tomadas, riscos de insetos nas áreas produtivas vão ser reduzidos a quase zero.
Lucia Schuller

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

EMPRESA PAULISTA DESENVOLVE PRODUTO QUE COMBATE FORMIGAS CORTADEIRAS

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Como se prevenir em casa contra a dengue antes de viajar

Como se prevenir em casa contra dengue antes de viajar 


Cuidados para evitar focos do mosquito devem ser tomados no imóvel que ficará fechado 


Rio - Férias é período de viajar e descansar. Mas quando o assunto é o mosquito da dengue, o momento é de ação. Nos meses de verão, os casos costumam aumentar e, por isso, todo cuidado é pouco para evitar os focos do inseto. É importante verificar a casa antes de viajar. Estimativas mostram que 90% dos focos de dengue estão localizados nas casas das pessoas. “Se a viagem for de até uma semana, basta fazer as ações de prevenção antes porque o mosquito Aedes precisa de uma semana para completar o ciclo”, disse o superintendente em Vigilância em Saúde da Prefeitura do Rio, Marcio Garcia. Em viagens maiores, o cuidado deve ser redobrado. 


Segundo o epidemiologista da UFRJ Edimilson Migowski, o importante é vedar bem todos os recipientes que possam acumular água. Ele diz que nada que possa acumular água pode ficar aberto, principalmente porque o verão é caracterizado por grandes temporais. “Então, é bom deixar as garrafas de cabeça para baixo e os pneus cobertos. Até garrafas de cerveja e copos da água são objetos em potencial para o surgimento de criadouros do mosquito”, explicou. 


 A atenção deve ser redobrada com caixas d’água. “Ela deve estar completamente vedada. Se houver espaço, um pássaro não consegue passar, mas o mosquito pode deixar larvas”, alertou. 


Este ano, já foram mais de 160 mil casos de dengue no estado, com quase 140 mortes. Cerca de 75 mil deles ocorreram apenas na capital. 


Tome nota:  


CAIXAS D’ÁGUA  -  Devem ser vedadas e as calhas limpas. 


RECIPIENTES Tonéis, baldes, galões, garrafas PET e de cerveja devem ser fechadas ou deixadas de cabeça para baixo. O mosquito pode deixar larvas até em copos plásticos deixados destampados. 


DENTRO DE CASA -  As bandejas de ar-condicionado e de geladeira devem ser deixadas sem água e limpas antes da viagem. Não esqueça de deixar o vaso sanitário sempre fechado. 


PISCINAS COBERTAS -  Quem tem piscina, deve cobri-la com lonas bem esticadas. Com a viagem, não haverá tratamento da água e, por isso, é importante evitar que o mosquito tenha contato com a piscina. 


PLANTAS COM AREIA-  Vasos de plantas devem ser preenchidos com areia até a borda e deixados sem excesso de água. Pneus também devem ser cobertos. 


EM CONDOMÍNIOS -  Ralos externos, canaletas para drenagem da água da chuva e fossos de elevador podem ser potenciais criadouros do mosquito. Deixe-os sempre tampados e, se possível com telas. SEM LIMITES O epidemiologista Migowski alerta: “O mosquito da dengue não enxerga limites territoriais. Um foco em uma casa pode levar à contaminação do vizinho".

RATOS DEMONSTRAM EMOÇÃO ESCOLHENDO LIBERTAR OS SEUS AMIGOS

Quando divididos entre comer chocolate sozinhos ou resgatar seus companheiros, ratos aparentemente escolhem libertá-los e então comer a guloseima juntos. Prender um dos animais em uma cela faz com que o outro tente abrir e soltar o amigo. Isso é um estranho exemplo de como os ratos expressam empatia, uma ideia que nós achávamos ser exclusiva de mamíferos superiores. A empatia é interessante de uma perspectiva evolucionária, já que sugere que o comportamento pró-social talvez tenha surgido antes do que imaginamos. E é interessante também para a neurociência, sugerindo que ratos podem ser usados como modelos de comportamentos humanos. “Há diversos casos que mostram a empatia não apenas humana, e isso foi muito demonstrado com macacos, mas não com roedores”, afirma o coautor do estudo, Jean Decety, professor de psiquiatria e psicologia na Universidade de Chicago. “Nós fizemos uma série de experimentos com o comportamento de empatia em roedores, e foi realmente a primeira vez que isso foi realizado”. O simples experimento não usou nada de tecnologia ou métodos estranhos – apenas dois ratos separados, que normalmente estavam juntos em uma jaula. Os roedores começaram dividindo o local por duas semanas, o suficiente para desenvolver familiaridade. Então, eles foram colocados em câmaras especiais, onde um era inserido em um dispositivo que o prendia, mas que podia ser liberado pelo lado de fora. O outro rato era livre para andar e observar o caso do companheiro. O rato liberto ficou agitado quando o companheiro de cela estava preso, o que, para os pesquisadores, é evidência de “contágio emocional”, uma forma menor de empatia em que animais dividem medo ou estresse um com outro. Mas o que aconteceu em seguida foi muito empático. Apesar de agitados, eles não ficaram malucos, congelaram ou muito amedrontados. Ao invés, eles analisaram o dispositivo, morderam-no e além de ficar perto do outro rato preso, chegando até a tocá-lo (confortá-lo?). Os pesquisadores tentaram de diversas maneiras entender o que motivou os ratos. Eles experimentaram gaiolas vazias, para garantir que o que os movia não era apenas curiosidade. Também tentaram manter os ratos separados após a libertação – o social seria como um prêmio por resgatar o rato preso – mas ainda assim, eles continuam os libertando. Os cientistas até montaram o paradigma “companheiro versus chocolate”. Um rato livre era colocado em uma área com dois containers, um com um rato preso e outro com chocolate. O rato abriu ambos com quase a mesma frequência, sugerindo que “o valor de libertar o amigo era igual ao de comer chocolate”. Em mais da metade das vezes, os ratos livres não comeram todo o doce, mas deram metade para o companheiro. Os roedores desenvolveram várias formas diferentes de abrir o dispositivo. Para os pesquisadores, eles aprenderam o sistema. Ratas também se mostraram mais inclinadas a abrir a porta, “o que conspira para as sugestões de que as fêmeas são mais empáticas”, adicionam os autores. O principal autor do estudo, Inbal Ben-Ami Bartal, afirma que os ratos não eram treinados, mas desenvolveram a habilidade de libertar seus companheiros. “Eles aprendem porque são motivados por algo interno”, comenta Bartal. “Eles tentaram e tentaram, e eventualmente conseguiram”.[PopSci]

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

ABC Expurgo Natal 2011.mov

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

POMBO DEIXA 10 MIL UNIDADES DO CENTRO SEM LUZ EM CURITIBA

Pombo deixa 10 mil unidades do centro de Curitiba sem luz Animal se embrenhou em subestação e gerou curto circuito na terça (22). Nesta quinta (24), equipamento danificado provocou novo apagão. Fernando Castro Do G1 PR Um pombo que se embrenhou em uma subestação de luz deixou boa parte do centro de Curitiba sem luz. O problema começou na terça-feira (22), quando um equipamento foi danificado pela presença do animal. Nesta quinta (24), quando o aparelho foi religado, outro apagão tomou conta da região. A Copel, Companhia Paranaense de Energia, informou ao G1 que no fim da tarde de terça-feira, durante três minutos, 10 mil unidades ficaram sem energia elétrica devido ao curto circuito. São cerca de 18 mil unidades abastecidas pela subestação na qual houve o problema. O equipamento foi retirado para conserto. Nesta quinta, das 15h08 às 15h10, o problema voltou a ocorrer. O aparelho foi recolocado no local de origem e gerou o novo apagão. De acordo com a Copel, apesar de não ser o ideal, é comum esse tipo de problema acontecer com equipamentos de maior potência. A subestação atingida é a céu aberto e fica no centro da cidade. Esta região concentra grande parte dos pombos de Curitiba, que procuram alimento e locais para fazer ninho. Pombos A presença de pombos no centro é prejudicial para humanos e animais (Foto: Foto ilustrativa) Segundo a bióloga Cláudia Staubacher, do Centro de Controle de Zoonoses e Vetores (CCVV) da prefeitura de Curitiba, o fato dos pombos estarem no centro da cidade é prejudicial para ambas as partes – animais e humanos. Enquanto acidentes como o registrado pela Copel são mais raros, a presença destes animais no centro urbano costuma gerar problemas para os humanos, como a transmissão de doenças através das fezes e dos ninhos. Ela lembra que o animal em si não é um transmissor direto de zoonoses, como a ratazana, por exemplo, mas que o acúmulo de excrementos do animal e dos fungos que os ninhos podem gerar causam alergias, piolhos, ácaros, entre outros. A presença dos pombos no centro é prejudicial para os próprios animais, que se acumulam pela região à procura de abrigo e alimentos. “As colônias do centro são de animais fracos, doentes, que sofrem os problemas do estresse e da poluição do centro urbano. Sob o ponto de vista do animal, é péssimo para ele”, explica Staubacher. Sob o ponto de vista do animal, é péssimo para ele" Cláudia Staubacher, bióloga Para a bióloga, os maiores responsáveis pela situação são as pessoas que alimentam os pombos em grande escala. “É importante que essas pessoas saibam que não estão fazendo um favor, estão escravizando o animal, mantendo uma alimentação que não é suficiente, não é saudável”, disse. Como sugestão para que os animais não percam repentinamente a fonte de alimentação, Staubacher recomenda que, a cada dia, a pessoa que costuma alimentar os pombos diminua a quantidade. Desta forma, o animal irá naturalmente buscar outras formas de comida, longe do centro.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

COMO CONTROLAR FORMIGAS DOCEIRAS OU CASEIRAS

terça-feira, 22 de novembro de 2011

ABC Expurgo - Dengue - LEVANTAMENTO MOSTRA QUE 40% DO COMERCIO TEM FOCOS DE DENGUE

ABC Expurgo - Dengue - LEVANTAMENTO MOSTRA QUE 40% DO COMERCIO TEM FOCOS DE DENGUE

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Os bebés aprendem a caminhar como os ratos - Os Bichos

Os bebés aprendem a caminhar como os ratos - Os Bichos

ABC Expurgo - BIONEWS - POMBOS, O QUE FAZER COM ELES?

ABC Expurgo - BIONEWS - POMBOS, O QUE FAZER COM ELES?

domingo, 6 de novembro de 2011

Neotropical Entomology - A new sterile technique effective on capturing tramp ants for microbiological investigations

Neotropical Entomology - A new sterile technique effective on capturing tramp ants for microbiological investigations

terça-feira, 1 de novembro de 2011

RIO DE JANEIRO SE PREPARA PARA FINADOS

Com a proximidade do Dia de Finados, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil realiza ação de combate à dengue nos 20 cemitérios do Rio de Janeiro, nesta terça-feira (1º).

Cerca de 120 agentes de Vigilância em Saúde farão uma vistoria completa para identificar focos do Aedes aegypti, tratá-los com larvicida e eliminar possíveis criadouros do mosquito.

A ação começa às 10h, no cemitério São Francisco Xavier, na avenida Monsenhor Manoel Gomes, no Caju, na zona portuária.

Cemitérios devem receber 1 milhão de visitantes

A Prefeitura do Rio realiza uma operação especial nos cemitérios da cidade para receberem aproximadamente 1 milhão de visitantes até o Dia de Finados, na próxima quarta-feira (2).

Complexo do Caju, São João Batista, Irajá, Inhaúma, Realengo, Campo Grande e Santa Cruz são, tradicionalmente, os que registram o maior fluxo de visitantes.


FONTE: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/prefeitura-do-rio-combate-a-dengue-nos-cemiterios-20111101.html

Rio terá vacina contra dengue em seis anos

A especialista da Vigilância em Saúde da Secretaria estadual de Saúde, Hellen Miyamoto, afirmou ontem que somente em cinco ou seis anos a população do Estado do Rio poderá contar com uma vacina contra a dengue.

Em audiência pública realizada ontem na Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Hellen explicou que os testes feitos recentemente na Fundação Oswaldo Cruz, no Rio, e no Instituto Butantã, em São Paulo, apontam que a vacina ofereceria pouco tempo de imunização contra o Aedes Aegypti – em torno de três meses.

Hellen Miyamoto disse ainda que, este ano, foram instalados no estado 56 centros de hidratação para tratamento da dengue.

Explicação sobre prevenção Presidente da Comissão, o deputado Bruno Correia (PDT) garantiu que os parlamentares enviarão ao Governo do Estado um documento pedindo cópias dos planos de contingência dos municípios para a prevenção e o combate à dengue.

No último dia 19, a Secretaria estadual de Saúde informou que, desde o dia 2 de janeiro, foram notificados 161.315 casos da doença. Até 15 de outubro, houve 133 óbitos no Rio de Janeiro provocados pelo mosquito da dengue.
fonte http://www.band.com.br/impressao/?id=100000465553

ABC Expurgo - NA MÍDIA - É ÉPOCA DE CUPINS E DE SIRIRIS VOANDO

ABC Expurgo - NA MÍDIA - É ÉPOCA DE CUPINS E DE SIRIRIS VOANDO

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

VÍDEO: Pombos passeando no Comercial Carvalho da Av. Maranhão - Aquiles Nairó - Piauí - 180graus

VÍDEO: Pombos passeando no Comercial Carvalho da Av. Maranhão - Aquiles Nairó - Piauí - 180graus

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

CONTATO COM POMBOS OFERECE RISCOS À SAÚDE

POMBOS SÃO ENVENENADOS EM BRASÍLIA, DF

TELESPECTADOR FILMA BARATAS DENTRO DE ÔNIBUS

INSPEÇÃO NO HOSPITAL PEDRO ERNESTO ACONTECE APÓS INFESTAÇÃO DE MOSCAS NO CENTRO CIRURGICO

INFESTAÇÃO DE MOSCAS VAREJEIRAS FECHA HOSPITAL NO RIO DE JANEIRO

COM POMBOS NÃO SE BRINCA

BIÓLOGA MONICA SCHULLER RIBEIRO FALA SOBRE POMBOS NO PROGRAMA DO JÔ

terça-feira, 27 de setembro de 2011

MOSCAS parte 1

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Falando sobre formigas doceiras no Manhã Maior da REDE TV

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

ABC Expurgo - BIONEWS - NÃO ALIMENTE OS POMBOS NA ITÁLIA

ABC Expurgo - BIONEWS - NÃO ALIMENTE OS POMBOS NA ITÁLIA

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pombos podem transmitir doenças às populações humanas

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pombos

Pombos

domingo, 10 de julho de 2011

The History of Rat Control In Alberta

The History of Rat Control In Alberta

sexta-feira, 8 de julho de 2011

RATO SOBE EM PASSAGEIRO ADORMECIDO NO METRO EM N. YORK

terça-feira, 5 de julho de 2011

CIDADE DAS FORMIGAS 220409 gv

quarta-feira, 29 de junho de 2011

ABC Expurgo - BIONEWS - POMBOS SÃO UMA GRANDE AMEAÇA À SAÚDE PÚBLICA

ABC Expurgo - BIONEWS - POMBOS SÃO UMA GRANDE AMEAÇA À SAÚDE PÚBLICA

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ABC Expurgo - Notícias Ambientais - COLETA SELETIVA MMA

ABC Expurgo - Notícias Ambientais - COLETA SELETIVA MMA

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Foto de águia capturando peixe vence concurso internacional

Jornal do Brasil - Ciência e Tecnologia - Foto de águia capturando peixe vence concurso internacional

terça-feira, 14 de junho de 2011

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: LONDRINA TESTA GEL PARA POMBOS

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: LONDRINA TESTA GEL PARA POMBOS: "http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1535672-7823-LONDRINENSES+TESTAM+GEL+PARA+ESPANTAR+POMBOS,00.html"

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: CLIENTES RECLAMAM DE POMBOS EM BRASILIA

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: CLIENTES RECLAMAM DE POMBOS EM BRASILIA: "http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1508862-7823-CLIENTES+E+DONOS+DE+RESTAURANTE+NO+PLANO+PILOTO+RECLAMAM+DE+POMBOS,00.html"

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: POMBOS INTERDITAM ESCOLA EM SALVADOR

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: POMBOS INTERDITAM ESCOLA EM SALVADOR: "http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1488630-7823-INFESTACAO+DE+POMBOS+INTERDITA+ESCOLA+PUBLICA+DE+SALVADOR,00.html"

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: USO DE INSETOS NA COMIDA

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: USO DE INSETOS NA COMIDA: "http://video.globo.com/Videos/Player/Entretenimento/0,,GIM1515051-7822-O+PROFESSOR+ERALDO+MEDEIROS+COSTA+NETO+DEFENDE+O+USO+DE+INSETOS+NA+CO..."

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: INSETOS SÃO FONTE DE PROTEINS, DIZ CIENTISTA HOLAN...

CONTROLE DE PRAGAS DOMÉSTICAS: INSETOS SÃO FONTE DE PROTEINS, DIZ CIENTISTA HOLAN...: "http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1476052-7823-CIENTISTA+HOLANDES+DIZ+QUE+INSETOS+SAO+FONTE+DE+PROTEINAS,00.html"

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Formigas coloridas

Formigas coloridas

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Saúde Redução de quase 72% nos casos de dengue em Goiás - TôSabendo.com Noticias

Saúde Redução de quase 72% nos casos de dengue em Goiás - TôSabendo.com Noticias

PB Agora - Política - DENGUE: lei de autoria de Aníbal é publicada no D.O

PB Agora - Política - DENGUE: lei de autoria de Aníbal é publicada no D.O

ABC Expurgo - HISTÓRIA DA ABC EXPURGO - PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS 1995

ABC Expurgo - HISTÓRIA DA ABC EXPURGO - PEQUENAS EMPRESAS GRANDES NEGÓCIOS 1995

domingo, 5 de junho de 2011

ABC Expurgo - BIONEWS - CONTROLE DE FORMIGAS SAUVAS NOS AMBIENTES INDUSTRIAIS E RURAIS - FUMACE UMA NOVIDADE

ABC Expurgo - BIONEWS - CONTROLE DE FORMIGAS SAUVAS NOS AMBIENTES INDUSTRIAIS E RURAIS - FUMACE UMA NOVIDADE

ABC Expurgo - BIONEWS - BARATAS QUE COMEM DEMAIS TAMBÉM TÊM PROBLEMAS DE SAÚDE

ABC Expurgo - BIONEWS - BARATAS QUE COMEM DEMAIS TAMBÉM TÊM PROBLEMAS DE SAÚDE

Repelente natural

sábado, 4 de junho de 2011

Pequenas Empresas 1995.avi

sexta-feira, 3 de junho de 2011

FORMICIDA FUMACÊ - método inedito para o combate das formigas sauvas

Inovação: Empresa brasileira apresenta produto que promete revolucionar o controle de formigas cortadeiras no país » Notícia » Portal do Agronegócio

Inovação: Empresa brasileira apresenta produto que promete revolucionar o controle de formigas cortadeiras no país » Notícia » Portal do Agronegócio

quinta-feira, 2 de junho de 2011

AS PRAGAS DE INVERNO

AS PRAGAS DE INVERNO

É comum as pessoas entenderem que o inverno é uma época em que não precisamos nos preocupar com as pragas. As temperaturas estão baixas, os insetos não vivem bem no frio, então é hora de despreocupação. Verdade ou mentira?

Vamos definir primeiro o que é inverno. Num país continental como o Brasil o inverno para os paulistas é diferente daquele do pernambucano ou da população que vive no Amazonas. As diversas regiões e os variados biomas que temos em nosso país apresentam condições climáticas e temperaturas completamente diferentes e a cujo clima os insetos, roedores e pombos estão plenamente adaptados. Claro que numa região onde neva as condições de sobrevivência de uma mosca, por exemplo, são muito adversas. Mesmo em São Paulo, onde já verificamos temperaturas de 5 graus centigrados na estação, há uma adaptação destes animais ajudada pela infinidade de abrigos que oferecemos voluntariamente ou não. Vivemos num país tropical, diferente do hemisfério Norte onde as temperaturas caem abaixo de zero por longos períodos e meso assim, lá os insetos ressurgem com força total na primavera e verão.

Concluímos que temperatura, clima, tem algum impacto, porém temporário e somente em algumas regiões.

Em São Paulo, onde temos freqüentemente quatro estações do ano ao dia, esses animais estão mais do que adaptados. Claro que observamos menos moscas num dia de frio intenso, mas os demais dias de sol pleno elas são vistas com freqüência.

Essa visão distorcida dessa realidade é que faz com que baixemos a guarda no inverno e deixemos de olhar com o mesmo cuidado o nosso ambiente, especialmente o ambiente industrial.

Essa é uma época do ano ideal para tomarmos ações preventivas, que foram adiadas nos meses mais quentes do ano em razão de muito trabalho, fábrica em alta produção, e outras desculpas. No inverno (se podemos chamar assim esse clima doido) os insetos alados diminuem a sua freqüência em função da dificuldade em encontrar locais com matéria orgânica em fermentação disponível. O Sol está mais ameno e menos presente, então as fontes de matéria orgânica são menos aquecidas. O clima também está seco e a umidade também faz parte do processo de fermentação. Pena que só lembremos dos insetos quando o calor chega pra valer e aí já é tarde para tomar medidas ou elas são tomadas de afogadilho, sem muito planejamento, para apagar o incêndio.

Essa é a época ideal para essas medidas preventivas tão adiadas. Aqui vai uma listinha para a agenda de lembretes importantes que podem ser implementados no tempo mais frio com resultados surpreendentes no calor:

1 – Verifique as armadilhas luminosas instaladas na empresa. É hora de manutenção geral, troca de lâmpadas, mesmo que aparentemente estejam acesas.Os fabricantes recomendam sempre que a troca seja feita nessa época, que duram uma média de 7 mil horas. Se o ano tem cerca de nove mil horas, das quais mais da metade acontecem em períodos quentes, o momento de troca é esse, entre agosto e setembro, para obter um bom desempenho da armadilha nos meses quentes que virão.

2 – Esse é também um bom momento para verificar as aberturas existentes nas estruturas que permitem a passagem de aves, ratos e até insetos. É uma boa época para instalação de telas, fechamento de frestas, pois, como não chove muito, o serviço rende mais, termina logo, tem menos riscos, o material aplicado seca rapidamente.

3 – As telas anti insetos instaladas costumam rasgar, esticar, sair da moldura e os insetos alados entram por essas fissuras, por menores que sejam. Eles descobrem os acessos graças a ferramentas biológicas fornecidas pela mãe natureza. É o momento de remover as telas, lavá-las, consertá-las para não termos preocupação nos próximos meses.

4 – Esse é um bom momento para cuidar dos ralos e da rede de esgotos, com troca de ralos quebrados e com a aplicação de inseticida nebulizado dento das tubulações de águas pluviais e de esgotos. Essa ação vai prevenir a presença de baratas grandes (Periplaneta americana) que afloram nos meses quentes, após chuvas intensas. Isso acontece por que há uma infestação de baratas nestas canalizações subterrâneas e, quando as chuvas são fortes e inundam essas canalizações, as baratas fogem das enxurradas e entram nas estruturas através dos ralos, bocas de lobo e outras aberturas existentes.

5 - Bom momento também para cuidar dos reservatórios de água. Em tempo seco o serviço é mais fácil, sem interrupções em decorrência das chuvas, e o consumo de água é menor, impactando menos os usuários.

6 – Por último não podemos nos esquecer que este é um momento importante para prevenção do mosquito Aedes aegypti, cujos ovos depositados estão em repouso só esperando uma chuvinha para eclodir e sair picando e contaminando a população. É uma boa hora para uma campanha preventiva, palestras de alerta, e uma faxina geral na empresa, descartando o que não serve mais que poderá ser um foco de mosquitos, limpando e preparando a fábrica para o segundo semestre.

Se essas medidas forem seguidas dentro de um plano de ação preventivo certamente que o final do ano e o começo do próximo serão muito mais tranqüilos e todos poderão pensar mais em Natal, férias, praia e outras maravilhas que esse país sensacional nos oferece.

Lucia Schuller
Bióloga







segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pragas Urbanas RV parte 1 Programa Todo Seu

formiguinhas doceiras

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Abc Expurgo 5.wmv

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

FORMIGAS URBANAS 5 Programa Jo Soares

FORMIGAS URBANAS 4 Programa Jo Soares

FORMIGAS URBANAS 3 Programa Jo Soares

FORMIGAS URBANAS 2 Programa Jo Soares

FORMIGAS URBANAS 1 Programa Jo Soares

RATOS URBANOS parte 2

RATOS URBANOS parte 1

RATOS URBANOS parte 3

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011